quarta-feira, 11 de março de 2009

Pra ti, poetinha

Com o timbre mais sereno que poderia usar, lhe peço que desfaças o feitiço que lançastes sob mim. Pegastes carona na minha "ingenuidade", me mostrastes a tua vida, me fizestes apaixonar. Chorastes no meu ombro, fazendo com que lágrimas de dor caíssem dos olhos meus. Me dissestes para o sentimento aproveitar, e a música dançar.
O que eu escutava sair da tua boca, e o que eu enxergava nos teus olhos era o que eu queria pra mim. Eu pedi aos céus que um dia eu pudesse te enxergar ao meu lado, na minha cama e com os olhos cor de mel mais brilhantes possível.
Eu apenas te queria feliz comigo. E agora teus olhos já não olham mais nos meus.


BUT I KNOW... ONE DAY YOU GO TO REMEMBER YOURSELF OF ME

domingo, 8 de março de 2009


Há uns 6 meses atrás, eu dizia que não desistiria jamais.
Desses seis meses pra cá, a única coisa que aconteceu e que poderia me estimular a não desistir, foi um beijo roubado que eu te dei. QUE EU TE DEI.




Cá estou eu, no mesmo dilema de 6 ou 7 meses atrás.

Desistir, ou não desistir? Eis a questão.



A diferença é que há um tempo atrás, eu tinha essa dúvida, mas não queria desistir.
Continuo com essa dúvida, mas querendo mais do que tudo [ ou não ] desistir. Desistir de ti.

terça-feira, 3 de março de 2009


Confundir a mim mesma.
Te amar sem ser amada. Não te esquecer mesmo sem te ver.
Hoje faltam palavras tuas dirigidas a mim.

Eu, com tantas outras chances,
amores, modos de vida,
pensando somente em ti, pensando em fazer só o que fiz contigo.

Onde estás?

Tão longe de mim... Mas tão perto... Distante.


Me peça o mundo, que o mundo eu lhe darei.

Talvez não seja preciso, pois
quando eu te disse as primeiras
palavras de amor, dissestes que o mundo tu estavas conquistando.


Prometa me amar ao menos uma noite,
que eu prometo te amar pra sempre.