quinta-feira, 28 de agosto de 2008


Todos os dias são assim.
Tu me pões pra baixo,
destrói comigo.
Como uma faca afiada,
as tuas palavras me cortam o peito.

Por incrível que pareça
teus olhares
são os mais sinceros,

eles mostram toda a raiva e ódio que

sentes.

E isso me parte o coração, por que por
mais ameaçadora que tu sejas
pra mim,
eu sempre te amei.
E esse amor, que pra mim é único,

talvez nunca acabe.

Ou talvez ele acabe no dia da minha morte.

No dia em que eu desistir da idéia
de te
fazer sorrir pra mim.

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